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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Paralisia

Em muitas ocasiões, nós nos sentimos incomodados com a vida em que vivemos, mas, por uma série de motivos, não nos prontificamos a mudá-la.

Será que acreditamos que a situação irá mudar por si mesma? Ou estaremos esperando uma intervenção divina?
Muitas pessoas acreditam no poder milagroso do destino, do acaso ou da sina e creem que ele irá resolver todos os problemas e, por isso, elas se esquivam de agir e tomar decisões em suas vidas, já que dessa forma não terão que assumir as suas consequências.
Na verdade, ninguém está imune a esta doença conhecida como “paralisia”, ou seja, este estado de imobilidade que impede a ação, a sensação de incapacidade de atuar ativamente na vida.
Por que esperamos os outros agirem por nós?
Agir implica em correr muitos riscos e o medo nos paralisa, toma conta de nós. Como um animal feroz e faminto, ele se alimenta das nossas forças e mais ainda de nossas inseguranças.
Ninguém quer se decepcionar ou quebrar a cara, mas será que é melhor deixar a situação do jeito que está? Por quanto tempo, seremos conduzidos por esta paralisia? Como nos prevenir do medo que nos aniquila?
Um abraço
Dolly



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Uma partida de xadrez

Às vezes, ao jogar uma partida de xadrez, nós antecipamos alguns lances e acabamos não percebendo as implicações das nossas jogadas. E avançamos pensando apenas no ganho imediato, como a conquista de um cavalo ou de um bispo. No entanto, quando nos esquecemos das futuras jogadas, permitimos que o nosso parceiro ganhe vantagem e nos dê um xeque-mate.

O mesmo acontece num relacionamento, às vezes, agimos por impulso e nos esquecemos das consequências de nossas ações. Esquecemos que não estamos sozinhos e que precisamos consultar o outro sobre nossas decisões.

Quando fazemos uma escolha errada, acabamos nos culpando ou responsabilizando o outro sobre o erro. Infelizmente, como numa partida de xadrez, a decisão de mexer uma peça no tabuleiro é nossa, somente nossa. Ninguém poderá tomar essa decisão em nosso lugar e não poderemos culpar o outro por nossas escolhas. Optar por uma movimentação ao invés de outra, implica em muitos riscos e podemos com isso perder a partida ou magoar o nosso parceiro.

Um abraço

Dolly




segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Jogo do Amor



Apesar de tantas diferenças, homens e mulheres solteiros estão em busca de um(a) bom(a) parceiro(a) para se relacionar, certo?

Então, será que no amor, assim como no jogo, o que se precisa é de um pouco de sorte?

Assim como numa partida de cartas, os parceiros numa relação têm o objetivo de ganhar o jogo. Durante a disputa, será preciso entrar em acordo, para que não ocorram disputas e desentendimentos desnecessários entre os dois e para que o jogo não termine antes do combinado.
Na hora de jogar, prestar a atenção aos detalhes, aos sinais que o(a)  nosso(a) parceiro(a) enviar é essencial para garantir uma boa partida.

Mas será que é possível ganhar, se possuirmos apenas cartas ruins na mão?

Se não tivermos nenhuma carta boa na mão nem mesmo um curinga para ajudar, como driblar as adversidades na hora de descartar as cartas recebidas?

Este não é um jogo para se jogar sozinho, portanto, jogar em parceria será fundamental para conseguir ganhar. 

Será que poderemos confiar na jogada do(a) nosso(a) parceiro(a)? Além disso, poderemos encontrar parceiros(as) que não são compatíveis com nosso estilo de jogo, o que faremos se isso acontecer? Abandonaremos a partida?

É claro que alguns jogadores poderão aceitar ou recusar o desafio e sair antes do jogo, abandonando o(a) parceiro(a) e deixando vago o lugar na mesa. Por isso, muitas pessoas evitam jogar com medo de arriscar tudo e perder.

Como num jogo de cartas se não nos arriscarmos, será que iremos conseguir viver plenamente? 

O medo do fracasso é um grande fardo nos ombros daqueles que querem jogar ou se relacionar com alguém. Se nunca tentarmos jamais saberemos se vamos ganhar ou perder. Ou estaremos fadados a jogar paciência sozinhos.O risco é inevitável na vida!

Um abraço

Dolly