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domingo, 4 de setembro de 2011

Receita de Bolo

Minha mãe sempre dizia que para um bolo dar certo, era preciso seguir alguns passos:

1. Atenção e bom senso para selecionar todos os ingredientes;

2. Saber a medida certa de cada um dos ingredientes;

3. Muito cuidado na hora de misturar todos os ingredientes;

4. Paciência e também intuição para perceber o momento preciso em que o bolo estiver pronto.

Anotei todas as recomendações sugeridas por minha mãe. Em seguida, levei tudo anotado para a casa de meu namorado, pois tinha combinado de levar a receita para fazermos juntos o bolo. Comentei a receita e notei seu olhar desconfiado, como se a dúvida estivesse estampada na ponta do nariz. Xi!! Será que não fui bem clara? Ou será que ele não gostou da receita?

Ele foi o primeiro a se manifestar, disse que preferia bolo de laranja, cenoura nem pensar. “O produto mudava, mas a forma continuava a mesma, que tal assim?” perguntou. Ao invés de falar, calei bem quieta e pensei comigo: “O bolo é de cenoura, rapadura que não dá!”

Depois de conferir os ingredientes, eu disse que não tinha laranja, era cenoura ou nada. Ficamos quietos pensativos, então, ele aproveitou e soltou: “Já percebeu que você sempre quer que seja do seu jeito?” Eu olhei para ele e discordei perplexa. Começamos a falar ao mesmo tempo. Ninguém mais se ouvia. Ninguém se entendia. Ele pediu silêncio e olhou com interrogação para mim: “E então, o que vamos fazer?” esperando uma resposta salvadora.

O tempo corria e na confusão não nos decidíamos. Após a longa discussão, resolvemos fazer outra receita (ele a contragosto concordou). Colocamos todas as ideias na panela, misturamos todas elas. Mas será que as ideias iam combinar? E será que elas iam conseguir misturar sem brigar?

Na pressa de fazer o bolo, não tivemos muito tempo para verificar se a receita não era boa o suficiente para ser descartada ou se a outra não estava ainda no ponto de madurar.

Tiramos o bolo na correia com medo dele queimar. Ao sair do forno saiu timidamente, quase sem fazer barulho, bemmmmmmmurchinhoooooooooo. Quando vimos o bolo percebemos que ele estava cru por dentro e com um gosto meio...hum...sei lá...

Fiquei triste e pensei o que será que fizemos de errado, para um bolo que parecia tão gostoso dessa maneira murchar? Esquecemo-nos de alguma coisa? Ou será que tiramos antes da hora? Talvez tenha faltado o fermento da empolgação? Ou quem sabe, uma xícara a mais de decisão? Será a pitada da confiança para dar aquele gostinho bom?

Pensei, pensei e pensei... e será que ele realmente queria essa receita? E se eu o tivesse ouvido melhor? E se tivesse optado por aquele outro jeito de cozinhar?

As dúvidas continuaram e mais uma vez lembrei que minha mãe havia se esquecido de dizer que talvez aquela fosse a melhor maneira de fazer o bolo SOZINHA. No entanto, eu não estava SOZINHA! Fazer o bolo com alguém não é tão fácil quanto parece à primeira vista, tem sempre um que prefere morango ao invés de chocolate!

Mas também sozinha você não percebe com muita clareza onde errou ou acertou. Quando você faz o bolo com outra pessoa, embora nem sempre acerte a receita, você aprende outras maneiras de se fazer um bolo.

Eu me pergunto, será que existe uma maneira certa de fazê-lo? Como conciliar as diferenças entre o casal e conseguir fazer o bolo juntos? Em que momento, devemos ceder ao apelo do outro? E em que momento, devemos insistir na nossa receita?

Um abraço

Dolly


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mergulho de cabeça


Outro dia, um amigo meu saiu com uma mulher pela primeira vez e, depois desse encontro, desapareceu do mapa.  Após a realização da Santa Inquisição (feita por mim e a favor da pobre mulher!), meu amigo explicou o porquê dessa atitude de extrema covardia:


Primeiro, eles estavam conversando numa boa e, como quem não quer nada, a mulher perguntou se ele sabia cozinhar, cuidar da casa e tals; diante da resposta afirmativa dele, ficou toda feliz.

Logo depois, não satisfeita, ela afirmou que pretendia ter mais filhos (já tinha uma filha); mas o susto dele foi maior quando a Dita Cuja disse para levá-la até sua casa, pois como eles estavam “começando um relacionamento”, ele precisava saber onde ela morava.
Isso tudo no primeiro encontro!!

Não é à toa que, ouvindo isso, meu amigo tenha saído correndo, como vampiro da água benta e estaca afiada! A ansiedade das mulheres (ou desespero em alguns casos!) em encontrar alguém bacana fica tão evidente que assusta a ala masculina. Afinal, é muita responsabilidade para qualquer um assumir logo de cara.

Boa parte dos homens, ao pressentir no ar desejos incontroláveis de relacionamento, foge sem dar a menor explicação, como o meu amigo fez.

Por que nós só nos sentimos felizes e realizadas quando estamos com alguém ao nosso lado? Por que temos tanto medo em ficar sozinhas?

Nós, mulheres, ficamos muito vulneráveis em relação aos nossos sentimentos. Mal conhecemos o cara e já estamos completamente apaixonadas, fazendo mil planos de namoro e casamento! E pior, esperamos que o recíproco aconteça! Que loucura!

Muitas vezes nos entregamos às relações amorosas de maneira impulsiva e irracional como se mergulhássemos de cabeça num rio. Por que não procuramos ver a profundeza do rio antes de mergulharmos? Será que assim não evitaríamos possíveis fraturas e lesões no nosso coração?

É preciso criar mecanismos de defesa, estratégias para não sermos tão facilmente magoadas pelos outros. Se não nos protegermos bem, qualquer um entrará nos nossos portões, invadirá nossos castelos e se aproveitará de nossas fraquezas.

Um abraço

Dolly






domingo, 27 de fevereiro de 2011

Por que as mulheres se envolvem com homens que não se importam com elas?

Um dia, eu conversei com um colega sobre relacionamentos e ele estava muito bravo e indignado com a classe feminina. Ele disse que era um cara legal, que respeitava as mulheres e tal, fazia tudo por elas e, no final, era sempre ignorado.
Ele disse que muitas mulheres reclamam do comportamento dos homens, que todos eles são canalhas, cafajestes e cachorros, mas ele não entendia por que, então, elas escolhiam justamente estes tipinhos para se envolver ao invés dele.

Por que será que as mulheres se envolvem com homens que não se importam com elas?

Não tenho uma resposta certa, só algumas teorias em mente. Uma delas é que muitas mulheres se preocupam apenas com a aparência e são superficiais mesmo.  Elas não se interessam por alguém que não tenha chamado atenção num primeiro momento e não procuram conhecê-lo por puro preconceito.
Tem ainda aquelas que saíram com muitos canalhas e cafas ao longo da vida, que se machucaram muito e que continuam saindo com eles, porque  preferem ter uma relação ruim a  ficar sozinha.
Existem também aquelas que não querem realmente ser respeitadas e valorizadas. É claro que eu estaria sendo muito simplista em reduzir a questão desta forma, mas algumas realmente acreditam que não merecem serem amadas de verdade.

Será que uma autoestima tão baixa explica a aceitação de qualquer tipo de demonstração de carinho ainda que seja de alguém que não está nem aí para você?

Talvez por não se amarem e não se respeitarem o suficiente, muitas mulheres entram em relações autodestrutivas e perdem a oportunidade de conhecer alguém interessante e de ter uma relação bacana. Infelizmente, homens que respeitam e valorizam as mulheres, como este meu colega, acabam sendo deixados de lado.

Um abraço 
Dolly




segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dieta Balanceada?

Infelizmente, na vida não há respostas tão simples para as nossas perguntas, especialmente quando se trata de relacionamentos. E como nós, mulheres, não recebemos manual de instrução para as situações difíceis e delicadas e não existe um curso preparatório para compreender o universo masculino, surgem às terríveis dúvidas que nos fazem perder o controle:
“Por que os homens querem (e necessitam) tanto de sexo? Será apenas uma questão biológica ou também é cultural?”
A diferença entre o impulso sexual masculino e feminino é um fator que tem causado desentendimentos e discussões entre os dois sexos. Muitas pesquisas e estudos afirmam que os hormônios são decisivos nessa história. A testosterona, um hormônio masculino, estimula o desejo sexual e está presente em homens e mulheres, mas, em quantidade maior neles. Por isso, o impulso sexual é maior na ala masculina já que as mulheres têm menos testosterona*.
O impulso sexual pode ser comparado ao desejo pela comida. Boa parte dos homens sente vontade de comer a todo instante e eles não costumam abrir mão do prazer de comer bem! Cheios de energia, aproveitam todas as oportunidades que lhe aparecem para saciar seus desejos e matar a fominha.
E o desejo feminino? Ele é levado em consideração nesta hora?
Revistas, livros, filmes e novelas têm mostrado que as mulheres estão cada vez mais interessadas no próprio prazer e procuram cada vez mais satisfazer seus apetites gastronômicos. Mas é isso o que realmente acontece na maioria dos casos?
Muitas mulheres não se entregam (ou não sabem se entregar) ao desejo e moderam constantemente o apetite. Será que as mulheres, de modo geral, não sentem fome? Ou elas reprimem muito mais suas vontades do que os homens? Será que elas ficam mais felizes em saciar a fome dos parceiros do que as suas próprias?
É claro que além do aspecto biológico, fatores culturais, emocionais até morais e religiosos entram na equação, visto que muitas delas foram educadas para corresponder às expectativas e vontades masculinas e, sem levar em conta as suas necessidades, acabam fazendo qualquer coisa para satisfazer seus parceiros.
Algumas, no entanto, usam a comida como arma, oferecendo-a ou recusando-a a fim de obter vantagens (como algum ganho financeiro, a promessa de um casamento, etc) e não como forma de obtenção de prazer.
Você já reparou que muitas mulheres abrem mão de uma refeição completa e só vivem a base de salada? Mudam constantemente de cardápio e seguem uma hora a dieta das cores outra a dieta da moda. Poucos homens entendem, mas a recusa delas em comer pode estar relacionada à pressão em ter que fazê-lo a todo instante e o que antes era prazeroso torna-se um fardo, uma obrigação.
Além disso, não são poucas as que usam a comida como um meio de aliviar suas tensões e frustrações do dia a dia.  Como não conseguem resistir às inevitáveis “tentações da carne”, fazem ataques generosos a todo tipo de comida altamente calórica (fast food, massas, doces, feijoadas, etc) e depois de comer, se sentem culpadas e ficam cheias de remorsos.
Mas não dá para viver se recriminando à mesa e nem continuar comendo só para satisfazer o parceiro. Respeitar os limites um do outro é fundamental.
Quando homens e mulheres respeitarão as necessidades e desejos um do outro? E quando nós, mulheres, assumiremos o controle do nosso apetite sem ter que nos sacrificar em nome de uma relação?
Um abraço
Dolly


*Referência ao texto “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor” de Allan Pease e Barbara Pease

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Dependência Emocional







Muitas mulheres são bastante ativas e guerreiras no dia a dia; trabalham, cuidam da casa e dos filhos, lutam por seus sonhos, desejam descobrir a cura para o câncer, explorar outros planetas como Marte, escrever um grande livro como “Crime e Castigo” e muito mais. Entretanto se estão sozinhas parece que a vida perde o sentido.

Por que para nos sentirmos felizes e realizadas precisamos estar ao lado de alguém? Será que não podemos ficar bem sozinhas? Por que será que nós somos tão dependentes emocionalmente?

Ouvindo o relato de algumas mulheres*, fiquei triste em constatar o quanto nós, mulheres, damos demasiada importância aos relacionamentos. É impressionante a energia e o tempo que investimos nas nossas relações, a quantidade de expectativas e esperanças que depositamos nelas e o quanto ficamos dependentes dos homens.
O desejo irrefreável de estar ao lado de um homem pode levar a uma dependência emocional muito devastadora. Os efeitos são os mais diversos possíveis, a seguir estão listados alguns males causados pelo uso indiscriminado de homem:

A curto prazo, os efeitos comportamentais típicos são:
  1. período inicial de euforia (sensação de bem-estar e felicidade).
  2. perda da definição de tempo e espaço: o tempo passa rapidamente quando estamos ao lado do homem amado e mais lentamente quando estamos longe (alguns minutos longe dele podem parecer uma hora ou mais), e as distâncias são calculadas muito maiores do que realmente são (a distância em que você está do homem amado).
  3. perda do equilíbrio e estabilidade emocional.
  4. alteração da memória recente (não se recordar das desculpas que ele disse por não ter ido nos últimos encontros, esquecer as mentiras que ele inventou por estar com outra mulher, os defeitos e imperfeições dele, etc.)
  5. falha nas funções intelectuais e cognitivas.
  6. maior fluxo de idéias, pensamento mais rápido que a capacidade de falar, dificultando a comunicação oral, a concentração, o aprendizado e o desenvolvimento intelectual.
  7. Perda de apetite (enfim, uma boa notícia).
Doses mais altas podem levar a:            
  1. alucinações, ilusões e paranoias (ideias de futuro namoro, casamento, filhos).
  2. pensamentos confusos e desorganizados (será que ele me ama tanto quanto eu o amo? Será que ele vai me achar tão bonita quanto no dia que me conheceu?)
  3. despersonalização (tudo o que ele diz, você acaba concordando; você aceita tudo o que ele propõe e não contesta nada).
  4. ansiedade e angústia que podem levar ao pânico caso ele esteja ausente ou não se comporte da mesma maneira que no início da relação.
  5. medo de traição ou, ainda pior, de eventual separação.
  6. distorção da realidade.
Os malefícios da dependência de homem

Como qualquer droga, a dependência de homem devasta rapidamente uma mulher que ama demais. E a sua ausência causa uma síndrome de abstinência tão violenta, com sintomas físicos tão dolorosos quanto a de dependentes químicos.
Bastam algumas semanas ou mesmo dias para o aparecimento de alguns sintomas como: desânimo profundo, insônia, ansiedade persistente, agitação intensa e até mesmo depressão. E, muitas vezes, a fim de aliviar a sensação de insatisfação, insegurança, infelicidade e o medo de rejeição, muitas mulheres recorrem a relações problemáticas.

Mas se analisarmos bem, quantas vezes não nos sentimos sozinhas embora estivéssemos na companhia de outras pessoas? Será que não é melhor ficar sozinha a ter uma relação insatisfatoria?

Será que, às vezes, a solidão não é necessária para nos conhecermos melhor? Será preciso ter alguém ao nosso lado para sentirmos prazer em nossa companhia? Ou para fortalecer nossa autoestima e segurança em nós mesmas?

Um abraço

Dolly


 *relatos ouvidos no Encontro de Vigilantes da Autoestima.




segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fidelidade ao time





            Apesar de ser considerado uma grande manifestação cultural e uma forma de entretenimento de milhões de pessoas em todo o mundo, o futebol é encarado hoje como um produto comerciável e altamente rentável.
No momento da contratação, os jogadores analisam os benefícios e vantagens na união com o clube e escolhem de maneira consciente, não se deixando levar apenas pelo lado emocional na hora de assinar o contrato.
O desejo de jogar em clubes de maior projeção nacional ou jogar no exterior, melhores salários e maior reconhecimento público são atrativos que seduzem muito jogadores.
O que também provoca uma alta rotatividade de jogadores nos clubes, já que eles estão sempre atentos a melhores propostas de trabalho e não perdem tempo em trocar de time quando elas surgem.
Assim como muitos atletas que trocam facilmente de clube, alguns homens mudam de mulher como quem troca de camisa. E muitos chegam a jogar em dois clubes ao mesmo tempo. Driblando todos os obstáculos para obter as vantagens de ambos sem grande conflito. 
Mas será possível escolher apenas um?
Será que é possível se manter fiel a um único clube a vida inteira?
É claro que permanecer no mesmo relacionamento não é necessariamente sinônimo de felicidade. No entanto, a fidelidade é um acordo que os jogadores têm que validar a cada jogo e não apenas no dia de vitória.
Como resistir às propostas tão tentadoras dos times adversários?
E como encarar o público depois dessa troca de camisa?

Um abraço
Dolly




terça-feira, 7 de setembro de 2010

Qual é o seu pedido?


Muitos homens costumam sair com as mulheres sem o menor compromisso, gostam de variar, sem se apegar. Só na curtição. E para as noites mais solitárias ou de maior carência, eles recorrem a algumas “amigas” para resolver a emergência. São “amigas” que estão dispostas e disponíveis para encontros fortuitos e noites de grande prazer. E só! Elas são conhecidas como “lanchinho”.
Definição de “lanchinho”: “nada mais é do que aquela pessoa com quem não queremos namorar, não queremos nenhum tipo de compromisso, quiçá beijar na boca, não queremos apresentar para amigos nem para a família, não queremos gastar grana com ela, não queremos andar de mãos dadas, não queremos acordar junto, enfim, só queremos única e exclusivamente sexo sem compromisso”*.
Toda vez que a fome aperta, eles recorrem a um “lanchinho”, que é gostoso, prático e não dá nenhuma dor de cabeça (sim, porque é melhor comer um lanchinho por aí a ter que comer a mesma comida todos os dias). E o bom disso tudo é que o “lanchinho” foi feito para todas as ocasiões: festa, balada, clube, reunião de amigos, sábado à noite, dias frios e chuvosos, etc.
Por mais que se fale e seja condenado por alguns, quem consegue resistir ao "lanchinho" quando se está com vontade de comer alguma coisa gostosa?
Claro que as opções são mais diversas e difícil mesmo é escolher a melhor. Seguem algumas opções do cardápio:

  • Big Mac: Essa opção é ótima, em qualquer lugar do mundo, você poderá encontrá-lo. Sempre tem um perto de casa e o melhor, atende 24 horas. Além disso, é um lanche rápido (ligou e quinze minutos já está pronto!) e gostoso. No entanto, ele é bastante calórico, o consumo diário pode provocar culpa e alguns quilos a mais na balança, difícil depois se livrar deles.
  • Mac Lanche Feliz: esse já vem com o adicional: no final sempre uma surpresa.
  • Burguer King: ele é um lanche bastante generoso e enche a boca de saliva dos mais famintos de tão suculento que ele é. Vem acompanhado de uma farta porção de carne para matar a fome de qualquer um.
  • Hot Pocket: é bem prático e honesto.  Para comer quando você está com muita fome e não tem opção de comida. Só o gosto que não agrada muito os mais exigentes.
  • Sanduíche Natural: ótima opção para recarregar as energias após um longo dia de trabalho ou para uma refeição rápida. É leve, saudável e de baixas calorias. Tudo muito natural, sem artifícios.
  • Pãozinho com mortadela: esse é o clássico do cardápio, para comer todos os dias. Gostoso, prático e despretensioso! Todo mundo come.
  • Hambúrguer de avestruz com queijo: esse é um lanche sofisticadíssimo, você tem que andar muito para encontrá-lo. Seu gosto é mais refinado e apurado, ele é feito para saborear. Até por isso não agrada a todos os paladares.
  • Sanduíche de churrasco ou churrasquinho grego: esse aqui tem apelo bem popular. Simples e com fartas porções, este lanche é para cair matando. Sem grandes frescuras e complicações. Qualquer lugar tem um, só é preciso conferir as condições higiênicas antes de devorá-lo.
  • Fifties: Boa alternativa para degustar um lanche delicioso. É bem generoso na porção e acompanhamentos. Só que esteja preparado, ele não sai barato, não. Esse lanche é bom para ser consumido de vez em quando. Ou quando o bolso permitir.
  • Carne Louca: Para beliscar, este é uma boa escolha. Nunca sai de moda. Toda festinha ou reunião entre amigos ele está lá. Sempre agrada e é uma boa opção para encher o bucho.
  • Hot Dog: É muito saboroso, mas dá um trabalho na hora de comê-lo. É difícil mantê-lo equilibrado na mão sem derramar nada no chão. Vem com muitos acompanhamentos que raramente você consegue comer tudo.

E como resistir às inevitáveis “tentações” dos “lanchinhos”?

Sim, porque somos fracos e somos levados pelo desejo e quando isso acontece esquecemos de todo o resto. É claro que comer uma comida saudável ou manter a dieta dá muito trabalho. Pois é, o mesmo acontece com alguns homens por mais que alguns estejam de dieta (por opção própria ou da parceira) sempre dão uma escapulida e acabam por traçar um “lanchinho” uma vez ou outra fora de casa. Afinal, ninguém é de ferro! Não é mesmo?

Um abraço

Dolly

*definição encontrada no blog Diário de Solteiro




sábado, 28 de agosto de 2010

O encontro típico entre um Marciano e uma Venusiana*




Apesar de serem de planetas completamente diferentes, falarem línguas distintas e de não se comportarem e agirem da mesma forma, alguns Marcianos sentem grande atração pelas belas Venusianas e vice-versa.
Após muito conversarem e tentarem descobrir coisas em comum (nem sempre isso acontece, afinal são de planetas diferentes), um Marciano e uma Venusiana resolveram se encontrar mais uma vez e tentar uma proximidade maior.
Os dois se encontraram e perceberam que estavam nervosos e ansiosos com o encontro. Ela não parara de falar um minuto e gesticulara muito. Enquanto que ele ouvira atentamente a conversa, fizera palhaçadas e piadas de tudo o tempo todo.
Os dois conversaram sobre vários assuntos e logo estavam mais próximos um do outro. Ele tocara no braço dela e depois avançara para a sua cintura. Ela o afastara delicadamente.
Então, ela pensou: “Será que ele vai gostar de mim do jeito que realmente eu sou?” E ele pensou: “Será que ela vai topar dormir comigo esta noite?”
Embora a língua dos dois não fosse a mesma, eles pareciam estar se entendendo bem. Até o momento em que ele se aproximou mais e tocou levemente nos cabelos dela, em seu rosto e a beijou.
Ela pensou: “Acho que ele gosta de mim.”
E ele pensou: “Acho que ela vai dormir comigo esta noite.”
Em seguida, eles se beijaram longamente. Depois de um tempo, ele a convidou para um lugar em que eles pudessem ficar mais à vontade, ela concordou com a proposta dele. Os dois saíram juntos.
“Ele gosta de mim.” Ela pensou.
“Ela vai dormir comigo.” Ele pensou.
Depois de uma noite prazerosa, os dois se despediram carinhosamente. Ela pediu para ele ligar e ele concordou. Eles foram embora, cada um para seu planeta. E ela contente e feliz, pensou: “Sim! Ele gosta de mim.” E ele em contrapartida, pensou: “Sim! Ela dormiu comigo.”
No dia seguinte, ele não ligou nem deu o menor sinal de vida. Preocupada ela ligou para ele várias vezes. Depois de muitas tentativas, ele atendeu e falou: “Nossa, eu adoraria me encontrar com você, mas eu tô péssimo. Peguei uma gripe terrível! Acho que foi a janela ontem à noite. Quem sabe outro dia (daqui 10 anos luz) quando eu estiver melhor...”
Ela desligou o telefone, chorou sem parar e pensou: “O que foi que fiz de errado? Será que ele não gostou de mim?”
E ele, aliviado, pensou: “Ainda bem que já dormi com ela. Hum! Quem será a próxima?”
Realmente, algumas vezes eles esquecem que são de planetas bem distintos!

Um beijo

Dolly


*referência ao livro "Os homens são de Marte e as Mulheres são de Vênus" de John Gray