Mostrando postagens com marcador vontade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vontade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dieta Balanceada?

Infelizmente, na vida não há respostas tão simples para as nossas perguntas, especialmente quando se trata de relacionamentos. E como nós, mulheres, não recebemos manual de instrução para as situações difíceis e delicadas e não existe um curso preparatório para compreender o universo masculino, surgem às terríveis dúvidas que nos fazem perder o controle:
“Por que os homens querem (e necessitam) tanto de sexo? Será apenas uma questão biológica ou também é cultural?”
A diferença entre o impulso sexual masculino e feminino é um fator que tem causado desentendimentos e discussões entre os dois sexos. Muitas pesquisas e estudos afirmam que os hormônios são decisivos nessa história. A testosterona, um hormônio masculino, estimula o desejo sexual e está presente em homens e mulheres, mas, em quantidade maior neles. Por isso, o impulso sexual é maior na ala masculina já que as mulheres têm menos testosterona*.
O impulso sexual pode ser comparado ao desejo pela comida. Boa parte dos homens sente vontade de comer a todo instante e eles não costumam abrir mão do prazer de comer bem! Cheios de energia, aproveitam todas as oportunidades que lhe aparecem para saciar seus desejos e matar a fominha.
E o desejo feminino? Ele é levado em consideração nesta hora?
Revistas, livros, filmes e novelas têm mostrado que as mulheres estão cada vez mais interessadas no próprio prazer e procuram cada vez mais satisfazer seus apetites gastronômicos. Mas é isso o que realmente acontece na maioria dos casos?
Muitas mulheres não se entregam (ou não sabem se entregar) ao desejo e moderam constantemente o apetite. Será que as mulheres, de modo geral, não sentem fome? Ou elas reprimem muito mais suas vontades do que os homens? Será que elas ficam mais felizes em saciar a fome dos parceiros do que as suas próprias?
É claro que além do aspecto biológico, fatores culturais, emocionais até morais e religiosos entram na equação, visto que muitas delas foram educadas para corresponder às expectativas e vontades masculinas e, sem levar em conta as suas necessidades, acabam fazendo qualquer coisa para satisfazer seus parceiros.
Algumas, no entanto, usam a comida como arma, oferecendo-a ou recusando-a a fim de obter vantagens (como algum ganho financeiro, a promessa de um casamento, etc) e não como forma de obtenção de prazer.
Você já reparou que muitas mulheres abrem mão de uma refeição completa e só vivem a base de salada? Mudam constantemente de cardápio e seguem uma hora a dieta das cores outra a dieta da moda. Poucos homens entendem, mas a recusa delas em comer pode estar relacionada à pressão em ter que fazê-lo a todo instante e o que antes era prazeroso torna-se um fardo, uma obrigação.
Além disso, não são poucas as que usam a comida como um meio de aliviar suas tensões e frustrações do dia a dia.  Como não conseguem resistir às inevitáveis “tentações da carne”, fazem ataques generosos a todo tipo de comida altamente calórica (fast food, massas, doces, feijoadas, etc) e depois de comer, se sentem culpadas e ficam cheias de remorsos.
Mas não dá para viver se recriminando à mesa e nem continuar comendo só para satisfazer o parceiro. Respeitar os limites um do outro é fundamental.
Quando homens e mulheres respeitarão as necessidades e desejos um do outro? E quando nós, mulheres, assumiremos o controle do nosso apetite sem ter que nos sacrificar em nome de uma relação?
Um abraço
Dolly


*Referência ao texto “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor” de Allan Pease e Barbara Pease

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eleições para namorado – Parte II


        
 As eleições do 2º turno terminaram e alguns candidatos a namorados foram eleitos, no entanto, o fato deles terem sido eleitos não garante um mandato vitalício. É preciso avaliar constantemente o comportamento e atitudes dos namorados enquanto comprometidos (ou não) com seus mandatos.
Na atual Constituição Emocional, o artigo 568 especifica as várias ocasiões em que o namorado pode vir a ser processado. Se ele cometer um crime emocional, será julgado pelo Supremo Tribunal Emocional e estará sujeito ao processo de Impeachment*.
Impeachment corresponde ao impedimento, que tem como objetivo retirar ou exonerar do cargo o namorado eleito. Para a realização do Impeachment o Parlamento (a namorada) é responsável pela acusação, que pode envolver crime de irresponsabilidade, descumprimento das normas constitucionais e violação dos direitos contidos na mesma.


Processo de Impeachment

A abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito, ou seja, a namorada e amigas) é o primeiro passo a ser adotado pelo Parlamento para apurar as denúncias feitas contra o namorado.  A partir do momento em que o relatório da CPI é aberto, é solicitada a abertura de um processo de Impeachment baseado nas provas apresentadas pela CPI.
Em seguida, encarregam-na de apresentar um relatório confirmando ou não as denúncias, sendo que é dado ao acusado o direito de defesa (se ele conseguir apresentar provas contrárias ou tiver uma boa argumentação para refutá-las). Se houver confirmação das provas apresentadas nada mais resta à CPI. Se a sentença final é acusatória, o acusado não retorna mais ao cargo, sendo imediatamente substituído pelo Vice (na falta de um, arranja-se um suplente).
O Parlamento inicia o processo de Impeachment a partir das denúncias de deslizes cometidos, perda de confiança, crime de irresponsabilidade, descumprimento das normas instituídas na constituição e violação dos direitos contidos na mesma.
O descumprimento das normas instituídas na constituição pode ser:
                                                                                                                                 
·         Dupla Filiação Partidária** 
Ocorre a duplicidade de filiações quando um candidato, já filiado a um Partido Político (uma mulher) filia-se a outro sem a observância das exigências legais, mantendo vínculo partidário com mais de um Partido (ou seja, mais de uma mulher).
Muitas vezes, o cidadão desfilia-se de um partido com o intuito de filiar-se a outro, especialmente com intenção de concorrer a mandatos eletivos em eleições futuras. Ocorre que nem sempre o interessado cuida de desligar-se formalmente do seu Partido antigo, vinculando-se a novo Partido antes mesmo de extinguir a sua anterior relação partidária.
A Lei nº 9.096/08 disciplinou em parte a forma de filiação e desfiliação partidária, prescrevendo, no parágrafo único do art. 222, que ocorrendo a dupla filiação ambas serão consideradas nulas para todos os efeitos.
·         Abuso de poder***

Desta feita, considerando a Constituição Emocional, em essência, um instrumento jurídico limitador do fenômeno político, é nela em que primeiro encontramos previsão de coibição ao abuso de poder (emocional, físico e financeiro) do exercício de função, cargo ou emprego no mandato.
O Código Emocional, além da cláusula geral expressa no art. 372, traz como tipo de crime emocional (art. 300) "valer-se da sua autoridade para coagir alguém a fazer ou não fazer algo contra a sua vontade", podendo ser punido com até seis meses de detenção.
O uso do poder é prerrogativa da autoridade. Mas o poder há que ser usado normalmente, sem abuso. A utilização desproporcional do poder, o emprego arbitrário da força e da violência constituem formas abusivas do uso do poder, não toleradas pelo direito e justificadores dos atos que as encerram. Daí por que todo ato abusivo é nulo, por excesso ou desvio de poder. 

Restando configurada a dupla filiação ou o abuso de poder, o candidato poderá ter o mandato impugnado. Será indeferida a candidatura visto que não possui condições de elegibilidade.
Quando um namorado é afastado em decorrência do processo de Impeachment, é destituído do cargo e está privado definitiva ou temporariamente de seus direitos de candidatar-se nas futuras eleições ao cargo de cônjuge ou marido.
Um abraço
Dolly
                                         
*Referência a artigos: “Impeachment” de Eduardo de Freitas e “A História do Impeachment” de Voltaire Schilling.
** “Dupla Filiação Partidária” de Francisco Marcio de Oliveira.
*** “Abuso de Poder Político nas eleições” de Márcio Rodrigo Kaio Carvalho Pires.

                                                                                                         


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Síndrome de Beck Bloom

Rebeca Bloom ou Beck Bloom* é uma jornalista financeira que ensina as pessoas como economizar o seu dinheiro, mas que não consegue resistir às tentações do consumo compulsivo, ela vive endividada e foge do seu gerente de banco como o diabo da cruz.
Você já deve ter sofrido da Síndrome de Beck Bloom. Sabe a sensação quando você entra numa loja ou no shopping e sai de lá carregada de sacolas de compras? Uma sensação de êxtase invadindo o corpo? Empolgação? Animação? Entusiasmo?
Mas e depois quando a fatura do cartão chega em casa e você simplesmente não acredita que gastou tudo aquilo de dinheiro em roupas e acessórios? Você entra em desespero e fica angustiada com as próximas faturas? Seu salário nunca é suficiente para pagar as suas dívidas? Você está sempre endividada?
Pois é, descobri que eu sofro desta Síndrome! (Suspiros)
Ultimamente ando tão apertada (e não é o cinto que comprei que tem feito isso comigo). Este mês, por exemplo, fiquei completamente endividada. Fiquei tão preocupada que comecei a fazer um curso de finanças para mulheres (on-line e grátis, é claro!). Quem sabe assim poderia controlar mais os meus gastos e ainda economizar uma graninha. Tentei seguir os passos do curso e no final só consegui entrar em desespero ao ver minha conta sair do vermelho para púrpura.
Uma das dicas que comecei a seguir é anotar todos os gastos diários e depois conferir onde exatamente estou gastando. Obediente, anotei tudo na minha agendinha (que acabei comprando para anotar os gastos!). O maior problema era sair de casa; toda vez que saía, no final, acabava gastando até o que não podia. Resolvi que a solução seria passar os próximos 30 dias em casa! Se eu era convidada para ir algum lugar (barzinho, show, teatro, etc), tentava fazer as contas mentalmente de quanto eu iria gastar (dinheiro para a entrada, gasolina, estacionamento, comida e, claro, roupas novas) e acabava desistindo de sair. Hoje não tenho mais vida social, mas pelo menos estou economizando! (o correto seria “não gastando”)
Sem contar que todo dia no meu trabalho tenho que contribuir com as malditas listas para não parecer uma desalmada insensível e escrota: uma hora é lista de presentes para fulana que se aposentou, outra hora é coroa de flores para avó de alguém que morreu, outra é para comprar presente para beltrana que teve um bebê. Não há dinheiro que resista no final do mês.!
Agora que estava começando a juntar uma grana, tenho que pagar o conserto do meu carro (que bati de novo! Tinha atingido o recorde de 190 dias sem acidentes!) e, para piorar a situação, descubro que tenho duas multas para pagar (Que merda! Droga de radar! Nem tinha corrido muito, eu tinha que passar os motoristas que são muito lerdos à noite!)
Onde vai parar o meu dinheiro?
Eu sei onde ele vai parar... no ralo! Estou me controlando e tomando algumas precauções: não saio de casa com fome e com cartão de crédito na carteira, ando de óculos escuros até dentro do shopping para não ver as vitrines e promoções e não assisto mais TV para não ficar com vontade de comprar nada.


Um abraço
Dolly

*Rebeca Bloom é personagem do livro “Os Delírios de Consumo de Beck Bloom” de Sophie Kinsella

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tratamento Intensivo de Autoestima



           Um dia conversando com uma amiga constatamos que a autoconfiança e autoestima estão muito pautadas na aparência física atualmente na nossa sociedade.

Crescemos com parâmetros de beleza que não correspondiam à nossa realidade e precisávamos recorrer a uma série de atividades como dietas alimentares, atividades físicas, sessões de beleza, compra de roupas certas para o nosso corpo a fim de nos sentirmos bem e bonitas.
Muitas mulheres que desejam ter uma aparência mais bonita e saudável recorrem a uma grande produção para consegui-la. Mas para fortalecer nossa autoconfiança, será preciso recorrer sempre a esforços externos?
A nossa autoestima está muito relacionada à imagem que temos de nós mesmos, então como fazer para aumentar nossa autoestima e conseguir satisfação com a nossa própria imagem?
Apesar de ser uma pessoa sedentária por natureza e ter leves (não tão leves) inclinações à inércia, eu venho me empenhando na construção de uma autoestima mais saudável e positiva diariamente assim como Gisela Rao monitora a sua por 365 dias*.
É preciso que mudemos alguns hábitos que nos colocam para baixo. A seguir algumas estratégias para resolvermos o problema e nos sentirmos mais feliz com o corpo e com a imagem que temos de nós mesmos:

1.       Power of Self-Confidence: A série de exercícios do Power of Self-Confidence fortalece a autoconfiança e a aumenta a segurança em nós mesmos. Cada novo movimento tonifica ainda mais a confiança. A técnica deve ser praticada todos os dias, mas cuidado para não abusar dos exercícios e cair na arrogância.
2.      Massagem modeladora de Autoestima: Os movimentos da massagem modeladora valorizam nosso potencial, estimulam nosso amor-próprio e fortalecem nosso respeito por nós mesmos. Além disso, reduzem nossa vontade e desejo de sermos outra pessoa.
3.      Cápsulas de generosidade: Elas são indicadas para os casos mais graves de baixa-estima. As cápsulas reduzem a autocrítica constante e cortam pela metade a culpa por eventuais deslizes. Contribuem ainda para maior aceitação de nossa imagem sem tantas recriminações.
4.      Injeções de Autoconhecimento: Só as injeções de autoconhecimento trazem uma percepção positiva de nós mesmos. Com a aplicação do medicamento, conseguimos reconhecer os nossos pontos fortes e fracos.  A partir de várias aplicações, reforçamos nossos pontos fortes e amenizamos os pontos mais fracos, melhorando a qualidade da nossa autoestima.
5.      Risoterapia: O riso tem um potencial relaxador que causa satisfação e bem-estar. Após uma sessão de risoterapia, conseguimos lidar melhor com os problemas do dia-a-dia e descobrimos o lado engraçado das coisas mesmo em situações de grande tensão e estresse. Além disso, as sessões contribuem para levarmos a vida mais leve e de maneira mais positiva e nos fazem sentir melhor e mais dispostos.

Para potencializar os efeitos positivos dos tratamentos realizados, é recomendável que a prática seja regular e esteja aliada a uma reeducação emocional.
            Um abraço
            Dolly

*Referência ao blog Vigilantes da Autoestima de Gisela Rao.



terça-feira, 7 de setembro de 2010

Qual é o seu pedido?


Muitos homens costumam sair com as mulheres sem o menor compromisso, gostam de variar, sem se apegar. Só na curtição. E para as noites mais solitárias ou de maior carência, eles recorrem a algumas “amigas” para resolver a emergência. São “amigas” que estão dispostas e disponíveis para encontros fortuitos e noites de grande prazer. E só! Elas são conhecidas como “lanchinho”.
Definição de “lanchinho”: “nada mais é do que aquela pessoa com quem não queremos namorar, não queremos nenhum tipo de compromisso, quiçá beijar na boca, não queremos apresentar para amigos nem para a família, não queremos gastar grana com ela, não queremos andar de mãos dadas, não queremos acordar junto, enfim, só queremos única e exclusivamente sexo sem compromisso”*.
Toda vez que a fome aperta, eles recorrem a um “lanchinho”, que é gostoso, prático e não dá nenhuma dor de cabeça (sim, porque é melhor comer um lanchinho por aí a ter que comer a mesma comida todos os dias). E o bom disso tudo é que o “lanchinho” foi feito para todas as ocasiões: festa, balada, clube, reunião de amigos, sábado à noite, dias frios e chuvosos, etc.
Por mais que se fale e seja condenado por alguns, quem consegue resistir ao "lanchinho" quando se está com vontade de comer alguma coisa gostosa?
Claro que as opções são mais diversas e difícil mesmo é escolher a melhor. Seguem algumas opções do cardápio:

  • Big Mac: Essa opção é ótima, em qualquer lugar do mundo, você poderá encontrá-lo. Sempre tem um perto de casa e o melhor, atende 24 horas. Além disso, é um lanche rápido (ligou e quinze minutos já está pronto!) e gostoso. No entanto, ele é bastante calórico, o consumo diário pode provocar culpa e alguns quilos a mais na balança, difícil depois se livrar deles.
  • Mac Lanche Feliz: esse já vem com o adicional: no final sempre uma surpresa.
  • Burguer King: ele é um lanche bastante generoso e enche a boca de saliva dos mais famintos de tão suculento que ele é. Vem acompanhado de uma farta porção de carne para matar a fome de qualquer um.
  • Hot Pocket: é bem prático e honesto.  Para comer quando você está com muita fome e não tem opção de comida. Só o gosto que não agrada muito os mais exigentes.
  • Sanduíche Natural: ótima opção para recarregar as energias após um longo dia de trabalho ou para uma refeição rápida. É leve, saudável e de baixas calorias. Tudo muito natural, sem artifícios.
  • Pãozinho com mortadela: esse é o clássico do cardápio, para comer todos os dias. Gostoso, prático e despretensioso! Todo mundo come.
  • Hambúrguer de avestruz com queijo: esse é um lanche sofisticadíssimo, você tem que andar muito para encontrá-lo. Seu gosto é mais refinado e apurado, ele é feito para saborear. Até por isso não agrada a todos os paladares.
  • Sanduíche de churrasco ou churrasquinho grego: esse aqui tem apelo bem popular. Simples e com fartas porções, este lanche é para cair matando. Sem grandes frescuras e complicações. Qualquer lugar tem um, só é preciso conferir as condições higiênicas antes de devorá-lo.
  • Fifties: Boa alternativa para degustar um lanche delicioso. É bem generoso na porção e acompanhamentos. Só que esteja preparado, ele não sai barato, não. Esse lanche é bom para ser consumido de vez em quando. Ou quando o bolso permitir.
  • Carne Louca: Para beliscar, este é uma boa escolha. Nunca sai de moda. Toda festinha ou reunião entre amigos ele está lá. Sempre agrada e é uma boa opção para encher o bucho.
  • Hot Dog: É muito saboroso, mas dá um trabalho na hora de comê-lo. É difícil mantê-lo equilibrado na mão sem derramar nada no chão. Vem com muitos acompanhamentos que raramente você consegue comer tudo.

E como resistir às inevitáveis “tentações” dos “lanchinhos”?

Sim, porque somos fracos e somos levados pelo desejo e quando isso acontece esquecemos de todo o resto. É claro que comer uma comida saudável ou manter a dieta dá muito trabalho. Pois é, o mesmo acontece com alguns homens por mais que alguns estejam de dieta (por opção própria ou da parceira) sempre dão uma escapulida e acabam por traçar um “lanchinho” uma vez ou outra fora de casa. Afinal, ninguém é de ferro! Não é mesmo?

Um abraço

Dolly

*definição encontrada no blog Diário de Solteiro