segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tratamento Intensivo de Autoestima



           Um dia conversando com uma amiga constatamos que a autoconfiança e autoestima estão muito pautadas na aparência física atualmente na nossa sociedade.

Crescemos com parâmetros de beleza que não correspondiam à nossa realidade e precisávamos recorrer a uma série de atividades como dietas alimentares, atividades físicas, sessões de beleza, compra de roupas certas para o nosso corpo a fim de nos sentirmos bem e bonitas.
Muitas mulheres que desejam ter uma aparência mais bonita e saudável recorrem a uma grande produção para consegui-la. Mas para fortalecer nossa autoconfiança, será preciso recorrer sempre a esforços externos?
A nossa autoestima está muito relacionada à imagem que temos de nós mesmos, então como fazer para aumentar nossa autoestima e conseguir satisfação com a nossa própria imagem?
Apesar de ser uma pessoa sedentária por natureza e ter leves (não tão leves) inclinações à inércia, eu venho me empenhando na construção de uma autoestima mais saudável e positiva diariamente assim como Gisela Rao monitora a sua por 365 dias*.
É preciso que mudemos alguns hábitos que nos colocam para baixo. A seguir algumas estratégias para resolvermos o problema e nos sentirmos mais feliz com o corpo e com a imagem que temos de nós mesmos:

1.       Power of Self-Confidence: A série de exercícios do Power of Self-Confidence fortalece a autoconfiança e a aumenta a segurança em nós mesmos. Cada novo movimento tonifica ainda mais a confiança. A técnica deve ser praticada todos os dias, mas cuidado para não abusar dos exercícios e cair na arrogância.
2.      Massagem modeladora de Autoestima: Os movimentos da massagem modeladora valorizam nosso potencial, estimulam nosso amor-próprio e fortalecem nosso respeito por nós mesmos. Além disso, reduzem nossa vontade e desejo de sermos outra pessoa.
3.      Cápsulas de generosidade: Elas são indicadas para os casos mais graves de baixa-estima. As cápsulas reduzem a autocrítica constante e cortam pela metade a culpa por eventuais deslizes. Contribuem ainda para maior aceitação de nossa imagem sem tantas recriminações.
4.      Injeções de Autoconhecimento: Só as injeções de autoconhecimento trazem uma percepção positiva de nós mesmos. Com a aplicação do medicamento, conseguimos reconhecer os nossos pontos fortes e fracos.  A partir de várias aplicações, reforçamos nossos pontos fortes e amenizamos os pontos mais fracos, melhorando a qualidade da nossa autoestima.
5.      Risoterapia: O riso tem um potencial relaxador que causa satisfação e bem-estar. Após uma sessão de risoterapia, conseguimos lidar melhor com os problemas do dia-a-dia e descobrimos o lado engraçado das coisas mesmo em situações de grande tensão e estresse. Além disso, as sessões contribuem para levarmos a vida mais leve e de maneira mais positiva e nos fazem sentir melhor e mais dispostos.

Para potencializar os efeitos positivos dos tratamentos realizados, é recomendável que a prática seja regular e esteja aliada a uma reeducação emocional.
            Um abraço
            Dolly

*Referência ao blog Vigilantes da Autoestima de Gisela Rao.



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fidelidade ao time





            Apesar de ser considerado uma grande manifestação cultural e uma forma de entretenimento de milhões de pessoas em todo o mundo, o futebol é encarado hoje como um produto comerciável e altamente rentável.
No momento da contratação, os jogadores analisam os benefícios e vantagens na união com o clube e escolhem de maneira consciente, não se deixando levar apenas pelo lado emocional na hora de assinar o contrato.
O desejo de jogar em clubes de maior projeção nacional ou jogar no exterior, melhores salários e maior reconhecimento público são atrativos que seduzem muito jogadores.
O que também provoca uma alta rotatividade de jogadores nos clubes, já que eles estão sempre atentos a melhores propostas de trabalho e não perdem tempo em trocar de time quando elas surgem.
Assim como muitos atletas que trocam facilmente de clube, alguns homens mudam de mulher como quem troca de camisa. E muitos chegam a jogar em dois clubes ao mesmo tempo. Driblando todos os obstáculos para obter as vantagens de ambos sem grande conflito. 
Mas será possível escolher apenas um?
Será que é possível se manter fiel a um único clube a vida inteira?
É claro que permanecer no mesmo relacionamento não é necessariamente sinônimo de felicidade. No entanto, a fidelidade é um acordo que os jogadores têm que validar a cada jogo e não apenas no dia de vitória.
Como resistir às propostas tão tentadoras dos times adversários?
E como encarar o público depois dessa troca de camisa?

Um abraço
Dolly




terça-feira, 7 de setembro de 2010

Qual é o seu pedido?


Muitos homens costumam sair com as mulheres sem o menor compromisso, gostam de variar, sem se apegar. Só na curtição. E para as noites mais solitárias ou de maior carência, eles recorrem a algumas “amigas” para resolver a emergência. São “amigas” que estão dispostas e disponíveis para encontros fortuitos e noites de grande prazer. E só! Elas são conhecidas como “lanchinho”.
Definição de “lanchinho”: “nada mais é do que aquela pessoa com quem não queremos namorar, não queremos nenhum tipo de compromisso, quiçá beijar na boca, não queremos apresentar para amigos nem para a família, não queremos gastar grana com ela, não queremos andar de mãos dadas, não queremos acordar junto, enfim, só queremos única e exclusivamente sexo sem compromisso”*.
Toda vez que a fome aperta, eles recorrem a um “lanchinho”, que é gostoso, prático e não dá nenhuma dor de cabeça (sim, porque é melhor comer um lanchinho por aí a ter que comer a mesma comida todos os dias). E o bom disso tudo é que o “lanchinho” foi feito para todas as ocasiões: festa, balada, clube, reunião de amigos, sábado à noite, dias frios e chuvosos, etc.
Por mais que se fale e seja condenado por alguns, quem consegue resistir ao "lanchinho" quando se está com vontade de comer alguma coisa gostosa?
Claro que as opções são mais diversas e difícil mesmo é escolher a melhor. Seguem algumas opções do cardápio:

  • Big Mac: Essa opção é ótima, em qualquer lugar do mundo, você poderá encontrá-lo. Sempre tem um perto de casa e o melhor, atende 24 horas. Além disso, é um lanche rápido (ligou e quinze minutos já está pronto!) e gostoso. No entanto, ele é bastante calórico, o consumo diário pode provocar culpa e alguns quilos a mais na balança, difícil depois se livrar deles.
  • Mac Lanche Feliz: esse já vem com o adicional: no final sempre uma surpresa.
  • Burguer King: ele é um lanche bastante generoso e enche a boca de saliva dos mais famintos de tão suculento que ele é. Vem acompanhado de uma farta porção de carne para matar a fome de qualquer um.
  • Hot Pocket: é bem prático e honesto.  Para comer quando você está com muita fome e não tem opção de comida. Só o gosto que não agrada muito os mais exigentes.
  • Sanduíche Natural: ótima opção para recarregar as energias após um longo dia de trabalho ou para uma refeição rápida. É leve, saudável e de baixas calorias. Tudo muito natural, sem artifícios.
  • Pãozinho com mortadela: esse é o clássico do cardápio, para comer todos os dias. Gostoso, prático e despretensioso! Todo mundo come.
  • Hambúrguer de avestruz com queijo: esse é um lanche sofisticadíssimo, você tem que andar muito para encontrá-lo. Seu gosto é mais refinado e apurado, ele é feito para saborear. Até por isso não agrada a todos os paladares.
  • Sanduíche de churrasco ou churrasquinho grego: esse aqui tem apelo bem popular. Simples e com fartas porções, este lanche é para cair matando. Sem grandes frescuras e complicações. Qualquer lugar tem um, só é preciso conferir as condições higiênicas antes de devorá-lo.
  • Fifties: Boa alternativa para degustar um lanche delicioso. É bem generoso na porção e acompanhamentos. Só que esteja preparado, ele não sai barato, não. Esse lanche é bom para ser consumido de vez em quando. Ou quando o bolso permitir.
  • Carne Louca: Para beliscar, este é uma boa escolha. Nunca sai de moda. Toda festinha ou reunião entre amigos ele está lá. Sempre agrada e é uma boa opção para encher o bucho.
  • Hot Dog: É muito saboroso, mas dá um trabalho na hora de comê-lo. É difícil mantê-lo equilibrado na mão sem derramar nada no chão. Vem com muitos acompanhamentos que raramente você consegue comer tudo.

E como resistir às inevitáveis “tentações” dos “lanchinhos”?

Sim, porque somos fracos e somos levados pelo desejo e quando isso acontece esquecemos de todo o resto. É claro que comer uma comida saudável ou manter a dieta dá muito trabalho. Pois é, o mesmo acontece com alguns homens por mais que alguns estejam de dieta (por opção própria ou da parceira) sempre dão uma escapulida e acabam por traçar um “lanchinho” uma vez ou outra fora de casa. Afinal, ninguém é de ferro! Não é mesmo?

Um abraço

Dolly

*definição encontrada no blog Diário de Solteiro




sábado, 28 de agosto de 2010

O encontro típico entre um Marciano e uma Venusiana*




Apesar de serem de planetas completamente diferentes, falarem línguas distintas e de não se comportarem e agirem da mesma forma, alguns Marcianos sentem grande atração pelas belas Venusianas e vice-versa.
Após muito conversarem e tentarem descobrir coisas em comum (nem sempre isso acontece, afinal são de planetas diferentes), um Marciano e uma Venusiana resolveram se encontrar mais uma vez e tentar uma proximidade maior.
Os dois se encontraram e perceberam que estavam nervosos e ansiosos com o encontro. Ela não parara de falar um minuto e gesticulara muito. Enquanto que ele ouvira atentamente a conversa, fizera palhaçadas e piadas de tudo o tempo todo.
Os dois conversaram sobre vários assuntos e logo estavam mais próximos um do outro. Ele tocara no braço dela e depois avançara para a sua cintura. Ela o afastara delicadamente.
Então, ela pensou: “Será que ele vai gostar de mim do jeito que realmente eu sou?” E ele pensou: “Será que ela vai topar dormir comigo esta noite?”
Embora a língua dos dois não fosse a mesma, eles pareciam estar se entendendo bem. Até o momento em que ele se aproximou mais e tocou levemente nos cabelos dela, em seu rosto e a beijou.
Ela pensou: “Acho que ele gosta de mim.”
E ele pensou: “Acho que ela vai dormir comigo esta noite.”
Em seguida, eles se beijaram longamente. Depois de um tempo, ele a convidou para um lugar em que eles pudessem ficar mais à vontade, ela concordou com a proposta dele. Os dois saíram juntos.
“Ele gosta de mim.” Ela pensou.
“Ela vai dormir comigo.” Ele pensou.
Depois de uma noite prazerosa, os dois se despediram carinhosamente. Ela pediu para ele ligar e ele concordou. Eles foram embora, cada um para seu planeta. E ela contente e feliz, pensou: “Sim! Ele gosta de mim.” E ele em contrapartida, pensou: “Sim! Ela dormiu comigo.”
No dia seguinte, ele não ligou nem deu o menor sinal de vida. Preocupada ela ligou para ele várias vezes. Depois de muitas tentativas, ele atendeu e falou: “Nossa, eu adoraria me encontrar com você, mas eu tô péssimo. Peguei uma gripe terrível! Acho que foi a janela ontem à noite. Quem sabe outro dia (daqui 10 anos luz) quando eu estiver melhor...”
Ela desligou o telefone, chorou sem parar e pensou: “O que foi que fiz de errado? Será que ele não gostou de mim?”
E ele, aliviado, pensou: “Ainda bem que já dormi com ela. Hum! Quem será a próxima?”
Realmente, algumas vezes eles esquecem que são de planetas bem distintos!

Um beijo

Dolly


*referência ao livro "Os homens são de Marte e as Mulheres são de Vênus" de John Gray




segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Jogo do Amor



Apesar de tantas diferenças, homens e mulheres solteiros estão em busca de um(a) bom(a) parceiro(a) para se relacionar, certo?

Então, será que no amor, assim como no jogo, o que se precisa é de um pouco de sorte?

Assim como numa partida de cartas, os parceiros numa relação têm o objetivo de ganhar o jogo. Durante a disputa, será preciso entrar em acordo, para que não ocorram disputas e desentendimentos desnecessários entre os dois e para que o jogo não termine antes do combinado.
Na hora de jogar, prestar a atenção aos detalhes, aos sinais que o(a)  nosso(a) parceiro(a) enviar é essencial para garantir uma boa partida.

Mas será que é possível ganhar, se possuirmos apenas cartas ruins na mão?

Se não tivermos nenhuma carta boa na mão nem mesmo um curinga para ajudar, como driblar as adversidades na hora de descartar as cartas recebidas?

Este não é um jogo para se jogar sozinho, portanto, jogar em parceria será fundamental para conseguir ganhar. 

Será que poderemos confiar na jogada do(a) nosso(a) parceiro(a)? Além disso, poderemos encontrar parceiros(as) que não são compatíveis com nosso estilo de jogo, o que faremos se isso acontecer? Abandonaremos a partida?

É claro que alguns jogadores poderão aceitar ou recusar o desafio e sair antes do jogo, abandonando o(a) parceiro(a) e deixando vago o lugar na mesa. Por isso, muitas pessoas evitam jogar com medo de arriscar tudo e perder.

Como num jogo de cartas se não nos arriscarmos, será que iremos conseguir viver plenamente? 

O medo do fracasso é um grande fardo nos ombros daqueles que querem jogar ou se relacionar com alguém. Se nunca tentarmos jamais saberemos se vamos ganhar ou perder. Ou estaremos fadados a jogar paciência sozinhos.O risco é inevitável na vida!

Um abraço

Dolly



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

As fases da Lua



   Por muito tempo uma das questões que mais intrigou os homens foi a imprevisibilidade  e instabilidade feminina. Muitos buscaram uma explicação para o fato e, até hoje, eles insistem em querer compreender tal fenômeno.
     Será que essa mudança de humor está relacionada aos hormônios femininos? À oscilação das ondas do mar? Ou à influência das fases da Lua?
     Assim como o aspecto da Lua se modifica diariamente; nós, mulheres, também estamos em constante mudança. Sim, somos muito parecidas com ela e temos uma grande oscilação de fases. À medida que os fatos e circunstâncias mudam, nosso olhar sobre as coisas se transforma e, assim, agimos diferente a cada momento. 
    Isso acontece também com os homens, mas o fato é mais perceptível nas mulheres, portanto, conhecer melhor cada uma das fases lunares da mulher ajudará os homens a lidar melhor com as emoções e atitudes da parceira. A seguir, as características mais comuns de cada uma das quatro principais fases:

  1. Lua Cheia: A fase mais luminosa e brilhante. A mulher nesta fase irradia amor, apoio e segurança. Ela se mostra mais claramente e por inteira ao parceiro. É mais confiável, acolhedora e sempre se coloca à disposição e proteção do outro.
  2. Lua Minguante: A fase mais misteriosa e oculta. A introspecção ocorre facilmente para a mulher nesta fase. Ela está sempre distante do presente e por isso torna-se fria e distante dos outros. Quer se isolar e se esconder do mundo. Fica arredia e impaciente quando é importunada.
  3. Lua Nova: A fase mais sombria e soturna. Nesta fase a mulher possui uma energia muito forte, mas ela pode manifestar-se de maneira tanto construtiva, como destrutiva, dependendo do momento. Quando a mulher se exalta, as emoções e os sentimentos podem assumir uma forma caótica e desordenada, fazendo com que ela perca o controle de suas atitudes.
  4. Lua Crescente: A fase mais impulsiva e aventureira. A mulher consegue expor sua feminilidade com muita espontaneidade nesta fase. Precisa de todo o espaço para expandir-se e manifestar-se. Ela é livre, não admite ficar presa a ninguém. Está sempre mudando, inquieta e instável. Luta pela liberdade, pela independência e autonomia. 



    Algumas fases duram poucas horas e desaparecem quase sem deixar lembranças. Enquanto outras parecem se estender por noites e noites. No entanto, não podemos ser estigmatizadas por esta instabilidade, pois a Lua se move a cada instante e suas fases mudam constantemente. Como ela, nós temos também infinitas fases que variam de acordo com nosso humor, com as emoções e circunstâncias.   
   Somente observando e reconhecendo as fases lunares da Mulher é que os homens poderão criar condições para melhorar e transformar a sua relação com sua parceira de forma mais equilibrada e plena.

    Um abraço

    Dolly


sábado, 7 de agosto de 2010

Complexo de Patinho Feio


Quando era jovem, eu vi que a maioria das minhas colegas era diferente de mim na aparência, no modo de andar e de se movimentar. Eu admirava os seus corpos graciosos e belos e queria ser, um dia, como elas.
Um dia, notei que elas me olharam de um jeito diferente e riram de mim, caçoaram da minha aparência e comentaram, entre elas, que eu era uma ave cinzenta, feia e desajeitada. Ao ouvir tais palavras, corri e me afastei para bem longe.
Com medo de que fosse verdade, procurei uma confirmação de alguém que não pudesse mentir e, assim, olhei a minha imagem na água e para meu espanto, vi que a imagem refletida era realmente feia e desajeitada e com penas cinzentas.

Apenas por ser diferente, devemos ser consideradas desajeitadas e feias pelos outros?

Durante muito tempo, o olhar do outro garante quem somos. Quando esse olhar nos mostra apenas uma imagem negativa de nós mesmos, começamos a acreditar que somos apenas criaturas desengonçadas e sem graça.

Dessa forma, ao olharmos nossa imagem refletida na água, não nos reconhecemos e não conseguimos enxergar a delicadeza das nossas penas brancas, as grandes asas e a elegância do pescoço longo e sinuoso.
Depois de um tempo, encontraremos nossos semelhantes, cisnes como nós, e perceberemos que não estamos mais sozinhos.
Mas se não os encontrarmos, será que perceberemos a nossa beleza um dia?

Se tivéssemos maior autoconfiança e autoestima, deixaríamos que meros patos zombassem de nós?

Um abraço

Dolly